Are we ours mosted worst enemy ? | Somos o nosso principal inimigo?

Dois artigos de Robert G. Longpré, adaptados para a nossa realidade ou não. Lê os originais e os comentários  e forma a tua opinião.“Is The Naturist-Nudist World It’s Own Worst Enemy? “

  1. Parte 1;
  2. Parte 2;
  3. Portugal.

Parte 1

Quem anda mais atento ou envolvido com as actividades online do naturismo e nudismo encontra com facilidade vários tipos de resistência ao nosso estilo de vida dentro da sociedade em que vive.

As leis são a primeira linha de resistência e apesar da nossa lei naturista a linha que separa o atentado ao pudor de estar nu é muito ténue e variável.

O activismo naturista em Portugal é quase uma miragem, sendo apenas levado a cabo pela FPN e suas filiadas, na prática não existe da parte da comunidade naturista uma postura activa de defesa dos seus direitos e dos seus espaços.

Assumimos quase sempre o papel de vitimas em vez de sobreviventes ou activos perante estas adversidades.

Os casos de maior sucesso na divulgação acontecem porque geram receitas ou porque geram audiências na comunicação social como as “Naked Bike Ride”, com excepção de Portugal onde são “Textile Bike Ride”.

A quase totalidade dos sites e blogs naturistas online estão catalogados como conteúdo para adultos ou sexo pelos filtros de pesquisa ou controlo de acessos.

A pornografia terá também contribuído para que assim fosse adicionando termos como naturismo ou nudismo às suas publicações online para captar rapidamente muitas visualizações.

Nalguns países já se perderam praias empurrando os adeptos da vida sem roupa para espaços cada vez mais desertos e afastados.

Nalguns espaços o facto de as leis não separarem efectivamente o estar nu do estar a praticar actividades sexuais leva a que por tabela sejam todos tratados do mesmo modo, noutros é mais fácil fechar uma praia à utilização da vida sem roupa do que resolver o problema.

Estas situações são perfeitas para os defensores do conservadorismo e da hipocrisia moral reinante, o nu vale para tudo desde a tv ao anuncio em plena rua, desde que seja fonte de rendimento, mas não para a prática do nudismo ou naturismo.

Todos os acontecimentos noticiados são largamente aproveitados para condicionar e limitar a prática de um estilo de vida sem roupas.

Só deixando de ser vitimas e trabalhando activamente em conjunto seremos capazes de sobreviver a esta “guerra” de palavras e preconceitos.

Não nos podemos esquecer que somos uma minoria e que teremos de trabalhar mais e melhor em defesa dos nossos direitos e dos nossos espaços.

O autor do texto defende que se filme e fotografe os praticantes de actividades que prejudicam o naturismo, mas esta poderá e será em muitos casos um acção ilegal que poderá trazer muitos problemas.

Pelo que acções mais imaginativas, activas ou pro-activas serão mais eficazes.

Parte 2

Parte do problema com o naturismo e nudismo é a comercialização dos termos.

Quem ou o que é realmente representado por estas palavras ?

É fácil entender que as pessoas que gostam de estar sem roupas são chamados de nudistas , e que aquelas que o fazem com mais do que um envolvimento nominal com a natureza são chamados de naturistas.

Deve ser assim tão simples – seria, se muitos que usam estes termos não o fizessem por outras razões.

Seja na vida real seja na vida online muitos expõem o corpo com segundas intenções sendo apelidados de naturistas ou nudistas por aqueles que muitas vezes não sabem, não querem ou não lhes interessa ver a diferença entre um estilo de vida saudável e respeitador de alguém que apenas procura lucrar física, emocional ou financeiramente com o seu corpo.

Nas Comunidades online que são bem intencionadas na sua maior parte verifica-se a invasão de fotos exibicionistas de partes sexuais do corpo ou de  voyeurs .

Na pratica a grade maioria – 90% segundo o autor são homens – que postam selfies genitais sem cabeça e adoptam nomes de perfil que disfarçam a identidade tanto quanto a decapitação de suas imagens de perfil , redes como o Twitter , Facebook, e uma série de comunidades online estão repletos de imagens de homens com as pernas abertas para anunciar ao mundo as suas jóias da família .

É um problema que seria facilmente resolvido nas comunidades online onde seria possível eliminar estes perfis, mas  estas preferem manter o numero de aderentes mesmo que a custo da própria identidade original.

A verdade é que o sexo vende e isso é o que conta no final.

Então como é que o problema pode ser  resolvido ?

Talvez nunca e os nudistas e naturistas fiquem limitados às suas casas e por detrás dos portões de espaços privados ou de clubes.

Talvez possa ser ainda resolvido através de um policiamento efectivo dentro das comunidades online, recusando tudo o que  que retrata a nudez como pornográfico, como lascivo, como qualquer outra coisa que não a nudez simples, livre e adepta de um estilo de vida sem roupa. Há muita mas mesmo muita coisa em jogo, não esperes age antes que seja tarde.

Portugal
Não somos excepção e nas nossas praias também existe actividade sexual sejam elas naturistas ou têxteis.

Não se houve falar de pessoas presas em praias de prática nudista ou naturista, mas na internet fala-se e relata-se estas práticas.

Pessoalmente acredito que temos problemas mais graves:
Os miriones e os texteis, por exemplo.
Os primeiros são assíduos visitantes dos nossos espaços.
Os segundos são o nosso maior perigo, por um lado porque invadem as nossos praias por outro porque qualquer actividade comercial rapidamente nos retira uma praia mesmo que seja oficial, basta o poder local assim o entender.

Apenas através de movimentos organizados em torno da defesa dos nossos direitos e dos nossos espaços será possível conter ou retardar estas possibilidades.

Seja de forma informal ou formal cada espaço devia ter uma comissão ou associação para o defender e representar junto do poder local, para fazer a ponte entre utentes naturistas ou nudistas e as autoridades.

Alertando, vigiando activamente evitando dar ao “inimigo” munições para serem aproveitadas em virar a opinião, publica e as autoridades locais contra nós.

No limite apenas os votos contam e esses muitas vezes pertencem aos residentes da zona  que através do acto eleitoral elegem os seus representantes e muitas vezes nem uns nem outros são praticantes de um estilo de vida a nu.

This article is adapted from two post of  Robert G. Longpré, you must read original and take your own conclusion about this subject and also read comments.”Is The Naturist-Nudist World It’s Own Worst Enemy? “

  1. Part 1;
  2. Part 2;
  3. Comments;
  4. Portugal.

Part 1

Those who are involved in some manner with both the face-to-face world and the on-line world of naturism and nudism find all kinds of resistance from the societies in which they live. Laws are the first line of resistance as simply nudity is equated with pornography and a danger to the public mental and physical well-being.

Most sites intent on promoting a clothes-free lifestyle, or at least tolerance for those who choose to be nudists or naturists, focus on the legal aspect with a few of these sites promoting social activism (naktivism).

Laws aren’t loosening as a result and perhaps are tightening although nude events such as the World Naked Bike Ride are on the increase with society’s blessing which then turns the events into entertainment. Nudity in entertainment is allowed and prospers with money flowing into the very hands that otherwise ban nudity.

Clothing-optional beaches are disappearing and little seems to be able to be done to reverse the trend. As a result, those wanting to sunbathe by the sea or lake or river must find quiet, abandoned locations and hope that no one stumbles by accident upon them while sunbathing.

Why? Bad behaviour. Because media and governments and social organizations have equated nudity with sex, those who are not nudists or naturists use these clothing-optional sites for sexual activity in full view of the public.

The law, not discriminating between peaceful users of the beach and the active sexual participants, bans all nudity.

Why do nudists expect a society that is phobic about nudity to police the clothing-optional beaches? That expectation only invites exploitation of the beaches by others leaving the nudists feeling like victims.

You want to keep a clothing-optional beach? Take responsibility and work together to discourage bad behavior of others on the beach.

Your rights to the beach, as well as the rights of those choosing to keep on their bathing suits are being assaulted.

This is not a call to physically enforcing a cessation of the inappropriate behavior, but simply a call to stop being a victim and taking on appropriate responsibility.

Part 2

Part of the problem with naturism and nudism is the marketing of the terms.

Who or what is actually represented by these words? It is easy to understand that people who like to go without clothing are called nudists, and that those who do so with more than a nominal involvement with nature are called naturists.

It should be that simple – well except that many who use these terms do so for other reasons.

Hot young babes provocatively flaunting their stuff for some cameraman are often labeled with the term naturists as a means of drawing interested males into yet another porno site where they can discover and perhaps even engage with the buxom and sexy babes under the guise of innocence.

The words have been co-opted by the sex industry who rush to fill in as many hits as possible for web searches for the terms naturist and nudist.

Legitimate information searches soon overwhelm people and soon convince many that perhaps all nudity is lewd. With honest questions flooded with false information, it doesn’t take long for interested folk to feel guilt for their interest. The retreat into silence or into tiny enclaves where like-minded people who see and believe in the innocence and even purity of the nude human body, a creation of the supreme deity, can gather for support.

On-line communities are well-intentioned, for the most part. Honest dialogue, sharing of events, sharing of stories and perhaps even photos soon becomes invaded by those who see these places as opportunities to be exhibitionists or to be voyeurs.

Membership swells, considered  good thing to start with as numbers tell as story that says the site is perhaps the next best thing in the world of naturist/nudist communities.

However when 90% of those numbers are males who post headless genital selfies and adopt profile names that disguise identity as much as decapitation of their profile images, then there is a problem that needs to be dealt with.

Twitter, Facebook, and a host of on-line communities are filled with images of men with legs spread to advertise their family jewels.

It’s a problem easily solved in the on-line communities where these memberships can easily be revoked and the inappropriate content deleted. Yet the will to do this work rarely exists. The first, and sometimes only concern is to get membership numbers up even if it means the community loses the base who came with hope for a safe place for open and honest interaction with other nudists and naturists.

The truth is, sex sells and that’s what counts in the end.

So how does the problem get resolved?

Perhaps it doesn’t and one has to accept that in our modern world, nudists and naturists need to confine themselves behind the doors of their homes and behind the gates of private face-to-face groups and clubs.

Perhaps it can be resolved by doing the work necessary to police their own on-line communities with a refusal to accept anything that portrays nudity as pornographic, as lewd, as anything but wholesome and innocent. There is a lot at stake.

Comments

  1. Bill Rathborne says:

    … Assuming they are interested in getting reelected?

    Although the nude bike rides are trying to send some message(?) it is just great fun and titillating material for newscast, which attracts advertising dollars…

  2. the infiltration of folks who are there for sexual reasons prevent a more robust effort

  3. All-Nudist says:

    Though underfunded and politically powerless, some groups have managed to work miracles.

    A small beach in Wisconsin with a handful of arrests of non-nudists instantly becomes world news now thanks to the internet

    Most folks at a beach are there to relax, not to get in people’s faces. …

    Then of course there’s the possibility that taking nude photos, or photos of sexual activity, without consent might be illegal!

    This is a worldwide problem and as yet no one has discovered a solution short of closing the beach to nudists.

    It’s a sad state of affairs where the innocent are routinely punished for the actions of the few,…

Portugal

In our Official beaches and Unofficial clothing optional beaches there are some rare sexual activity, I never heard anything about someone being arrest, but we can read in Internet people that practice or saw others doing it.

We have two main problems: the voyeurs and the textiles.

Voyeurs are very active in some spots, aldo non naked beaches have the same problem, some guys do it as sport or a lifetime work.

With Textiles is more complicated.

First they are a lot more them us and they occupied our spot to be more comfortable.

Second economics investment will closed our spots in a while if they want to invest nearby.

Only if we get more organized, more active and if we occupied ours spot from the beginning instead of leaving it to textiles we will probably be succeed.

We should have as many organizations as we have spots, to represent and to defend our rights, I know that it is an utopia, but it will help a lot.

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s